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Família:
 Columbidae

Nome Vulgar: Pombo


Biologia
Tamanho28 cm e 370g
Longevidade3 a 4 anos, mas existem registros de aves que viveram até 15 anos
ColoraçãoAcinzentada, mas pode variar do branco ao preto
PosturaUm ou dois ovos (por geração)
ReproduçãoA época da reprodução está relacionada com fatores ambientais, duração do dia, temperatura e oferta de alimento. São observadas 4 ou 5 gerações por ano dos pombos no ambiente urbano.
AlimentaçãoPombos alimentam-se de grãos e sementes, porém se adaptaram ao alimento fornecido pelo homem sendo que frequenta o lixo em busca de diferentes produtos.

Abrigos

Os pombos vivem em quase todos os tipos de ambientes, especialmente onde vive o homem.


PREVENÇÃO

- Evitar alimentar os pombos;

- Consertar falhas em estruturas que permitam a nidificação dos pombos;

- Vedar as bordas entre os telhados e a laje para impedir o acesso dos pombos nos espaços;

- Para impedir que os pombos pousem nos parapeitos de janelas, esticar um ou mais fios de "nylon", presos por ganchos, nas bordas laterais das paredes que circundam o parapeito. Estes fios devem estar a uma altura de aproximadamente 10 cm do parapeito;

- Pombos não gostam de pousar em superfícies inclinadas. Construir um parapeito com inclinação de mais ou menos 45o impede seu pouso;

- existem no mercado alguns equipamentos para impedir o acesso de pombos, muitos deles são importados.


DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

- Psitacose

- Criptococose

- Salmonelose

- Toxoplasmose


Também podem ter:

- Piolhos

- Ácaros, Pulgas


MÉTODOS DE CONTROLE

PERSUASÃO DO POUSO POR SUBSTÂNCIAS REPELENTES:

Consiste no emprego de substâncias atóxicas, sem adição de praguicidas ou repelentes químicos, que têm a função de inibir o pouso dos pombos, por causar repelência por irritação de contato.


Estas substâncias são em forma de gel, podendo funcionar por períodos determinados pelas características do ambiente. Em locais muito empoeirados ou com produção de substâncias oleosas, o gel repelente tende a ter seu efeito residual encurtado, podendo atuar por 3 a 6 meses, no máximo. Em locais protegidos de sujeiras que possam aderir ao gel, seu tempo de duração será estendido por um período mais longo, chegando a 01 ano.


O gel repelente é bastante indicado para parapeitos, vãos de acesso, locais de pouso em fachadas de prédios, grades de aparelho de ar condicionado, estruturas arquitetônicas de alto relevo de prédios de construção antiga e outros. O gel deve ser aplicado em faixas onduladas, visando aumentar a área tratada e melhor impedir o pouso dos pombos.


EMPREGO DE ACESSÓRIOS DESESTABILIZADORES DE POUSO:

Consiste no emprego de acessórios, que podem ser espículas, molas ou fios de nylon, que ao serem instalados nas superfícies de pouso causam uma sensação de instabilidade para os pombos, provocando seu afastamento.


Estes acessórios devem ser instalados ao longo das superfícies e quando estas são muito largas, recomenda-se o uso de 2 ou 3 fileiras destes dispositivos.


Estes desestabilizadores de pouso são comercializados em representantes do segmento e vêm com as peças próprias para fixação no local.


Em pequenas áreas (por ex. parapeitos de janelas), as espículas podem ser substituídas pela planta conhecida como "Coroa de Cristo ", que afasta os pombos de modo similar.


A fixação artesanal de pregos com as pontas voltadas para cima e próximos uns aos outros podem surtir resultado em áreas limitadas.


No caso dos fios de nylon, pode-se optar pelo uso de fios de pescaria, presos nas extremidades por um prego.


Estes acessórios podem ser empregados em calhas de prédios, parapeitos, beirais e quaisquer outras superfícies a critério da situação encontrada.



LIMPEZA DOS LOCAIS INFESTADOS:

Considerando-se que as fezes dos pombos são elementos de alta propagação de microorganismos patogênicos, a limpeza dos locais infestados constitui medida prévia obrigatória em qualquer ação de controle.


Recomenda-se o umidecimento das fezes com água, água sanitária ou outro desinfetante, procedendo-se, então, a limpeza e descontaminação do local.


Com o uso de máscara protetora ou pano úmido protegendo as vias respiratórias (boca e nariz) é de extrema importância, pois a inalação de partículas de fezes ressecadas pode induzir a ocorrência de doenças como histoplasmose, criptococose e psitacose.


A destinação sanitária dos resíduos é outro passo fundamental de segurança.


A finalização do serviço requer a utilização de bactericidas específicos que melhor garantam a descontaminação.